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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Vereador de Bom lugar Valdo Jacó é espancado em estrada vicinal no município de Bacabal


Na manhã desta sexta-deita (28) por volta das 6hs, o vereador do município de  Bom Lugar, Valdecir Gomes da Silva (PHS), conhecido como “Valdo Jacó”, foi vítima de uma severa agressão.

 Segundo informações do repórter Romário Alves, o vereador, que é idoso de 66 anos de idade,  trafegava em um Fiat Uno na estrada do povoado Brejinho (Bacabal) para deixar sua filha menor de 12 anos de idade em uma Van para levá-la para a escola na cidade de Bacabal, foi abordado por um veículo Gol, cor vermelha; um dos ocupante sacou uma arma de fogo e com ameaça fez com que o mesmo parasse seu carro.

Logo em seguida, mandou o vereador descer e começou a espancá-lo.  A surra deixou o corpo do vereador cheio de hematomas.

De acordo com relatos de Valdo Jacó, ele foi espancado na frente de sua filha. A menor em desespero clamava para que não matasse o pai. 

Valdo relatou que os elementos teriam usado uma barra de ferro para cometer esse ato covarde contra sua pessoa.

Logo após, os elementos saíram com destino ao povoado Brejinho.

As investigações da polícia civil de Bacabal vão identificar os agressores e as motivações para a surra (política, passionais, etc).

Valdo Jacó tem 66 anos e foi reeleito vereador com 402 votos 



Fonte: carlinhosfilho.com.br 
 
Com informações do repórter Romário Alves e do blog do Sargento Brito

Governador do Maranhão Flávio Dino diz que Bolsonaro cria confusão porque não sabe administrar o Brasil.


– "Bolsonaro já criou confusão com governadores, jornalistas, artistas, parlamentares, membros da sua equipe, outros países. Tudo isso para tentar ocultar seu maior problema: não sabe administrar o Brasil. Crescimento pífio, desemprego, dólar nas alturas, paralisação administrativa", postou o governador do Maranhão em suas redes sociais. Confira o post de Flávio Dino e reportagem da Reuters:

(Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro usou sua transmissão semanal em uma rede social para reclamar que o Congresso não coloca em pauta projetos de autoria do governo e que o Judiciário toma decisões contrárias a medidas adotadas por sua gestão, mas defendeu “afinar a viola” com os demais chefes de Poderes.

As reclamações do presidente acontecem após o episódio revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em que Bolsonaro compartilhou com contatos no WhatsApp vídeos feitos por terceiros que convocam para um protesto no dia 15 de março que tem como um dos motes ataques ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Alguns falam que eu não tenho articulação com o Congresso. Realmente eu não consigo aprovar o que eu quero lá. Eu até gostaria que fosse colocado em pauta muita coisa, mas não é botado em pauta. É outro Poder que você tem que respeitar, é a regra do jogo”, disse Bolsonaro.

“Caducar medida provisória, não botar em pauta, é triste isso daí”, disse.

Entre os projetos que foram alvos de reclamação do presidente estão as medidas provisórias que criava a carteira de estudante digital e a que acabava com a obrigatoriedade de empresas publicarem seus balanços financeiros em jornais de grande circulação. Essas duas MPs perderam validade sem serem votadas no Congresso.

Bolsonaro também reclamou que, segundo ele, pelo que soube, a Câmara dos Deputados não colocará em pauta um projeto de lei de autoria do Executivo que permite a mineração em terras indígenas e que a proposta que altera o prazo de cinco para dez anos o prazo de renovação da Carteira Nacional de Habilitação está parada.

“Lamento, gostaria de fazer muito mais coisas pelo Brasil, mas tem um problema”, disse. “Vou buscar fazer tudo aquilo que eu falei durante a campanha e falei que 90% do que eu quero passa pelo Parlamento, agora, o Parlamento nosso tem seus problemas”, afirmou, sem especificar quais seriam esses problemas.

Bolsonaro também reclamou de decisões da Justiça que reverteram a medida do governo que retirou radares de fiscalização móveis de velocidade das estradas e de uma decisão em primeira instância, posteriormente derrubada, que impediu a nomeação de Sergio Camargo para a Fundação Palmares.

A decisão se baseava no fato de Camargo, que é negro, ter feito no passado declarações apontadas como racistas. Afirmou, por exemplo, que a escravidão foi benéfica para os descendentes dos escravos.

“Parece que eu não posso mudar nada”, reclamou Bolsonaro na transmissão.

Apesar das reclamações —e das críticas que fez— o presidente disse que não criticaria o Parlamento ou o STF e falou em “afinar a viola” com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo, Dias Toffoli.

“Não vou criticar o Parlamento, assim como não critico decisão do Supremo Tribunal Federal. Respeito os Poderes, agora tem coisas que tem que insistir”, afirmou.

Fonte: batetuntum.com.br