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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Mulher que pediu a volta da ditadura militar apanha da PM


De acordo com a matéria publicada pelo site: blogdacidadania.com.br, ela foi uma entre os manifestantes que ocuparam o Congresso Nacional em 2016 para pedir a volta da ditadura militar e exaltar o juiz Sergio Moro.

Ao passar por um corredor do Congresso que tinha bandeiras, a mulher ‘lamentou’ uma ‘cena nojenta’: a bandeira do Brasil tinha um pedaço em vermelho e ela achou que “os comunistas” estavam querendo mudar a bandeira do Brasil.

“Reparem na nossa bandeira com o símbolo vermelho comunista. Essa será a nova bandeira do Brasil”, diz no vídeo que gravou. Ela só não percebeu que, na verdade, estava em frente ao painel em comemoração ao centenário da imigração japonesa ao Brasil.

O ‘símbolo comunista’ era apenas a inofensiva bandeira do Japão
A mesma mulher, agora com os cabelos loiros, gravou um vídeo em que, podem rir, reclamou de ter sido alvo de “violência policial” durante manifestação pró-ditadura. E o pior:  pediu providências ao “capitão Bolsonaro”, sem refletir que o seu “capitão” é favorável não só à violência policial, mas, também, à tortura…

Pensando bem, ela teve até sorte. Confira o vídeo dessa cena de ironia poética

A mesma mulher, agora com os cabelos loiros, gravou um vídeo em que, podem rir, reclamou de ter sido alvo de “violência policial” durante manifestação pró-ditadura. E o pior:  pediu providências ao “capitão Bolsonaro”, sem refletir que o seu “capitão” é favorável não só à violência policial, mas, também, à tortura…

Ela foi uma entre os manifestantes que ocuparam o Congresso Nacional em 2016 para pedir a volta da ditadura militar e exaltar o juiz Sergio Moro.

Ao passar por um corredor do Congresso que tinha bandeiras, a mulher ‘lamentou’ uma ‘cena nojenta’: a bandeira do Brasil tinha um pedaço em vermelho e ela achou que “os comunistas” estavam querendo mudar a bandeira do Brasil.

“Reparem na nossa bandeira com o símbolo vermelho comunista. Essa será a nova bandeira do Brasil”, diz no vídeo que gravou. Ela só não percebeu que, na verdade, estava em frente ao painel em comemoração ao centenário da imigração japonesa ao Brasil.

O ‘símbolo comunista’ era apenas a inofensiva bandeira do Japão
A mesma mulher, agora com os cabelos loiros, gravou um vídeo em que, podem rir, reclamou de ter sido alvo de “violência policial” durante manifestação pró-ditadura. E o pior:  pediu providências ao “capitão Bolsonaro”, sem refletir que o seu “capitão” é favorável não só à violência policial, mas, também, à tortura…

A mesma mulher, agora com os cabelos loiros, gravou um vídeo em que, podem rir, reclamou de ter sido alvo de “violência policial” durante manifestação pró-ditadura. E o pior:  pediu providências ao “capitão Bolsonaro”, sem refletir que o seu “capitão” é favorável não só à violência policial, mas, também, à tortura…

Fonte: blogdacidadania.com.br

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