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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Sinproesemma - Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão convoca educadores para greve geral nesta segunda-Feira

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) adere à greve nacional convocada, pelas centrais sindicais, para próxima segunda-feira (19), em protesto contra a Reforma da Previdência. A entidade convoca todos os educadores públicos do estado a cruzarem os braços neste dia e irem às ruas de suas cidades denunciar o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) e os prejuízos da reforma contra a classe trabalhadora. O movimento é nacional, com paralisação geral em todo o Brasil.

No Maranhão, sindicatos e representações estaduais das centrais sindicais reúnem-se nesta quinta-feira (15), em São Luís, para organizar a programação da greve no estado. Mas, desde já, todos os trabalhadores já estão sendo convocados para paralisar neste dia.

“Nós, trabalhadores e trabalhadoras, seremos os únicos prejudicados se a reforma for aprovada, por isso, temos que ir às ruas para mostrar toda a nossa revolta e indignação para enterrar de vez esse projeto golpista. A hora é de lutar! A nossa resistência, com greve e ato nas ruas, vai pressionar o governo Temer a recuar. Não podemos aceitar esse retrocesso nos direitos sociais, no nosso país”, destaca o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira.

A previsão é que a proposta da Reforma da Previdência entre na pauta de votação entre os dias 19, 20 ou 21 de fevereiro na Câmara dos Deputados, se a base aliada garantir os 308 votos necessários para a aprovação do retrocesso.

O governo Temer tenta aprovar a Reforma da Previdência a qualquer custo. Se for aprovada, a reforma acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros que terão dificuldades para cumprir as novas regras. A nova proposta prevê aumento da idade mínima de concessão da aposentadoria para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos para os homens.

Na educação, a reforma de Temer também acaba com a aposentadoria especial dos professores, que terão de esperar a idade mínima para a aposentadoria integral, trabalhando bem mais que os 25 e 30 anos, para mulheres e homens, respectivamente, como prevê a legislação atual.

Ascom