Barra de Pesquisa

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Tufilândia-MA - 1º lugar no Brasil em aplicação do dinheiro público: Parabéns prefeito

 Por Carlos Dias e Martha San Juan França

Gráfico top 10
Salgueiro, Ribeirão das Neves e Tufilândia destacam-se pelas politicas de prioridade à saúde e á educação.

Tufilândia ocupa hoje o 1º lugar em aplicações de recursos da saúde e educação no Brasil entre os municípios de pequeno porte e ocupa a 1º posição no país, de acordo com o ranking “As Melhores Cidades do Brasil 2015”, um levantamento da Revista Isto É em parceria com a consultoria Austin Rating.

Tufilândia - MA
A análise dos dados ocorreu de forma quantitativa e qualitativa e levou em consideração a evolução de 212 indicadores no período de dez anos, compreendido entre 2004 e 2014.

O levantamento é inédito e mapeou o nível socioeconômico dos 5.565 municípios brasileiros. O prêmio é uma soma de vários itens, como qualidade de vida, indicadores econômicos, saúde. "O prefeito Dr NETO comemorou dizendo que "Tufilândia está cada dia melhor, mas esses indicadores nos mostram que estamos no rumo certo”, pontua o prefeito.

Praça principal da pequena cidade
A pequena Tufilândia, no Maranhão, distante 280 quilômetros da capital São Luís, foi eleita pelo anuário As Melhores Cidades do Brasil como líder no subgrupo Aplicação na Saúde e Educação e, pelo mesmo critério, entre os municípios de pequeno porte. Tem 271 quilômetros quadrados e contava com 5.651 habitantes no último Censo. Está situada na área de influência da Vale, que administra a Estrada de Ferro Carajás e realiza uma série de programas sociais, visando o desenvolvimento da saúde e educação na região. 

Isto é
Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o município supera com folga os limites mínimos de vinculações constitucionais aplicados nas áreas da saúde e educação. Eles são de 25% da receita de impostos e transferências para aplicação exclusivamente na educação e de 15% na saúde. Em Tufilândia, os recursos do orçamento destinados à educação foram de 87,54% em 2014, ante a média nacional de 29,3%. Já na saúde, os gastos somaram, em média, 52,08% do previsto, ante uma média nacional de 22,3%, de acordo com dados registrados na STN.