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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Padrasto é preso suspeito de abusar de enteada de 9 anos em Zé Doca



Uma ação conjunta da 8ª Delegacia Regional com o apoio de militares da 12ª Companhia Independente culminou com a prisão de Francisco Pereira Filho, de 41 anos, na manhã desta quarta-feira (7). Ele é suspeito de violentar sexualmente a enteada, de 9 anos.
De acordo com informações repassadas pelo delegado Jader Alves, titular da Delegacia Regional de Zé Doca, os abusos aconteceram na madrugada da última terça-feira (6), na residência da família, localizada na Vila Nova, bairro Getúlio Vargas.
Segundo apurou a polícia, o suspeito levantou por volta das 3 horas e foi ao encontro da menina que dormia em uma rede, em outro compartimento da casa. A mãe da criança sentiu a falta do esposo e decidiu procura-lo pelos cômodos do imóvel. “Para a surpresa da mãe, a menina estava pelada”, lembrou o delegado Jader Alves.
A menina relatou que o padrasto havia retirado às roupas dela e a aliciada. A mãe disse que o suspeito estava no banheiro.
Revoltada, a mãe pegou um pedaço de madeira e agrediu o companheiro. Ele, conforme disse o delegado, revidou as agressões e chegou a morder a mulher. Em seguida, empreendeu fuga.
Na manhã desta quarta-feira (7), a mãe da vítima foi à delegacia de Zé Doca e registrou a ocorrência. O delegado Jader solicitou o exame de conjunção carnal na criança, que foi realizado no Hospital SESP daquela cidade e comprovou a violência sexual.
Os policiais realizaram diligências na região e conseguiram prender o suspeito no local de trabalho dele, que fica ao lado da casa onde morava com a mãe da vítima.
Francisco Pereira Filho foi conduzido à Delegacia Regional de Zé Doca e foi autuado em flagrante delito pelos crimes de estupro de vulnerável e pela Lei Maria da Penha. Ele está custodiado na Regional à disposição da Justiça.
O procedimento foi lavrado pelo delegado Jader Alves. Ele informou ainda que o acusado já tem passagem pela polícia pelo crime de tráfico de drogas.
No distrito policial a criança declarou que o padrasto já vinha violentando-a há vários dias. Ela disse que não falou nada para a mãe, pois sofria ameaças de morte do padrasto.
Francisco Pereira Filho convivia a cerca de três anos com a mãe da vítima, que tem outros dois filhos, um de 7 e outro de 5 anos. O delegado apura também se os meninos também foram vitimas de Francisco.

Por Maycom Alves